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BEM-ESTAR ANIMAL

As boas práticas que a produção animal merece.


O bem-estar animal existe desde a antiguidade, entretanto no final da Segunda Guerra Mundial foi o momento que se intensificou o interesse pela qualidade de vida dos animais de produção.

Com o lançamento do livro “Animal Machines” em 1964 escrito pela jornalista Ruth Harrison (traduzido para o português como Animais Máquina) surgiu à preocupação da população em conhecer um pouco mais sobre as condições de vida das aves, bovinos, suínos, e de todos os outros animais criados pelo homem. Em 1965, na Inglaterra, essa preocupação se tornou pressão popular e deu origem ao Comitê Brambell que criou o conceito das Cinco Liberdades que até hoje é utilizado como princípio para criação de legislações de bem-estar animal.

Atualmente, no Brasil temos leis relacionadas ao bem-estar animal, no abate, por exemplo, podemos destacar a Instrução Normativa n°3 de 2000 e nas fases de criação temos a Instrução Normativa nº 56, de 6 de novembro de 2008 que veio estabelecer os procedimentos gerais de Recomendações de Boas Práticas de Bem-Estar para Animais de Produção e de Interesse Econômico.


Entretanto, sabemos que existem outras motivações para se promover o bem-estar animal. Além do aspecto moral de não maltratar um animal, os manejos de rotina quando mal executados podem resultar em perdas econômicas para o sistema produtivo.


Com base nisso, precisamos conhecer os animais, entender suas necessidades, motivar e capacitar as pessoas envolvidas no processo de produção, fazendo-as entender que o bem-estar animal é bom para todos. É bom para os animais, é bom para as pessoas, é bom para você.


Bem-estar é bom! #bemestarebom!


“... É frequentemente aconselhado aos agricultores que evitem as práticas que fariam sofrer os animais porque, nessas condições, os animais não aumentam tanto de peso; e os agricultores são exortados a manipular os animais de forma menos brutal quando os enviam para o matadouro porque uma carcaça com hematomas atinge um valor menos elevado; mas nunca é mencionada a ideia de que se deveria evitar a manutenção dos animais em condições desconfortáveis simplesmente por isso, em si, ser uma coisa má”... (Peter Singer, 2000).


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